sexta-feira, outubro 27, 2006

O banhômetro

Não existe nada mais assustador, mais desesperador, mais desanimador do que o banhômetro da avaliação física da academia.
Ele, junto com a balança, formam uma dupla capaz de levar qualquer mulher acima do peso a ter de procurar o tratamento contra depressão e suicídio descritos no post abaixo deste.

Para quem não tem nossãn do que é o banhômetro, é aquela pinça gigantesca com aquele odômetro (pra saber quantas banhas você tem por centímetro quadrado - ou melhor, redondo) acoplado, um verdadeiro instrumento de tortura.

Aí vem o avaliador com aquela coisa na mão, pra apertar as banhas dos bracinhos, das coxinhas, da batatinha, da barriguinha... o ponteiro do odômetro dando mil voltas em torno de si mesmo, freneticamente. Você acha que ele nunca mais vai parar de rodar, ou que entrou em pane com a quantidade de banhas que vc tem.

Na boa: se você precisa perder uns 30 quilos pra poder virar manequim 44 ainda, que diferença faz qual a porcentagem de gordura do seu corpo? Saber que é muita já é informação mais que suficiente. Não precisa quan-ti-fi-car a desgraça.

Espera pra medir sei lá, depois que já se perdeu uns 10 quilos, pra ver se a coisa fica menos feia na fita.

4 comentários:

  1. Olha, Nana, pra minha sorte não era nenhuma top model de academia, senão é pra morrer mesmo!

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  2. Anônimo7:53 AM

    Essa avaliação é uma covardia, pegam mas banhas de uns lugares que a gente não pode encolher, como as costas, a gente nem pode se defender com dignidade. Humpf!
    E tome bolo pra curar o trauma.
    Bjs. Rosana

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  3. Anônimo7:54 AM

    Muda o nome da IC para IMC. HEHEHE, infame!
    Bjs. Rosana.

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  4. Imagine só o nosso drama, né Nana, tendo irmãs mais velhas magricelas!

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