domingo, julho 16, 2006

Tchau, querida...


Bela e vó Galdina, natal de 2005, Brasília.


Sabe essas pessoas que a gente acha que nunca vão morrer?
Que vão existir para sempre?
Que a gente não consegue imaginar de outra maneira que não sendo ativa, participativa, até mandona?

Mas chega um dia em que ela se vai e a gente que fica, fica sem entender como ou porquê.

Mesmo que ela já tenha 95 anos muito bem vividos.

Tchau, minha vó Galdina, e obrigada por ter sido tão minha avó todos esses anos, mesmo sendo eu uma neta postiça. A senhora vai me fazer muita falta e eu certamente sentirei muitas saudades suas.

10 comentários:

  1. Sei como vc se sente, Clau. Mesmo sem entender como, e sentindo muitas saudades, vc vai continuar tendo ótimas lembranças..

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  2. sim, mary, como não? e a única coisa que consola é que ela não sofreu tanto como a vovó, sabe?

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  3. 95 anos, bem vividos, é tudo que eu posso desejar pra todas nós! E com um fim suave, deixando saudades e boas lembranças...
    beijo

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  4. Clau,
    Depois que passa a dor, fica uma saudade boa e uma sensação de conforto, como colo de anjo, entende? Claro que entende.
    Beijos,
    JU...

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  5. Anônimo1:48 AM

    Sinto muito pela sua perda, Clau... Que as memórias com a sua vó lhe tragam sempre um doce conforto. Beijos.

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  6. Clauzita

    Neta postiça nada. Você era neta no coração da Vó Galdina de verdade. E esse carinho ela levou no coração!

    Beijo querida, fique bem!

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  7. é, lala, você tem toda razão: eu era mesmo!
    e ainda sou, onde quer que ela esteja.

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