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quarta-feira, março 24, 2010

Caso Isabella Nardoni

Pode ter coisa pior do que a mãe dessa menina está passando? E ainda ser obrigada a ficar incomunicavel, longe da família num momento tão difícil em que a morte brutal da filha é repassada, sem poder acompanhar o que vem acontecendo.

Mas o ponto alto foi o advogado de defesa dos acusados dizendo que no julgamento "temos uma mãe chateada com a morte da filha".

É, chateada é bem o termo para definir os sentimentos de uma mãe que teve a filha de 5 anos agredida, esganada e atirada por uma janela do sexto andar, seja por quem for, pior ainda se tiver mesmo sido pelo próprio pai da garota.

Não triste, arrasada, revoltada, dilacerada, inconformada.

Só chateadinha...

9 Comentários:

Anonymous Rosana disse...

Chato isso de a menina morrer logo antes no aniversário, né, tudo já encomendado...
A tese da defesa é plantar a dúvida e desqualificar as provas. Essa estratégia é forte porque a gente atualmente quer tudo "cientificamente comprovado".
Bjs

11:08 AM  
Blogger Ana disse...

Ela está incomunicável? Isso eu não vi não...
O que me admira é gente que se prontifica a defender monstros como esses, ou como o cara que matou o Glauco... amor à profissão tem limite ne.

5:55 PM  
Anonymous Anônimo disse...

Como pode???
Que horror

Nana

P.S. Olha o NIVEL do comentário da nossa PARENTE aí em cima!!!

10:14 PM  
Blogger Virgínia disse...

O problema é que ela está arrolada como testemunha. Todas as testemunhas, assim como os jurados, ficam incomunicáveis se não foram dispensados pela defesa e pela acusão.

Como o julgamento vai ser longo, se ela fosse dispensada e depois os advogados ou o promotor ou os jurados quisessem ouvir ela novamente, não ia ter como. E o conselho de sentença iria ser dissolvido e um novo julgamento marcado. Novas datas, novos jurados, testemunhas intimadas novamente... é muito complicado.

Mas quando se fala de isolamento, não quer dizer que ela está sozinha numa sala trancada. Ela só não tem contato com pessoas de "fora" do julgamento. Mas pode ter acompanhamento psicológico, etc.

A questão é o circo montado. Isso que me incomoda. Se todos os pais que agradissem os filhos fossem tratados com igual rigor pela lei, pelas pessoas e pela "mídia" tudo seria diferente...

Nem quero saber o que aconteceria se eles fossem absolvidos (como aconteceu com 3 membros do PCC mês passado)! O que é virtualmente possível...

Bj

10:44 PM  
Blogger Cláudia disse...

Bem, o caso não é ela ter acompanhamento ou poder ter contato com outras pessoas envolvidas no julgamento. O problema é ela, acabada que deve estar com tudo isso, ficar longe das pessoas que gostam dela, de quem ela gosta, fora de casa e tudo mais.
Dá pra entender as implicações jurídicas, mas isso não minimiza a dificuldade.

Ana, acho que deve ser como um médico que recebe um bandidão baleado e fica 4h operando o cara pra salvar a vida dele: é a profissão que escolheu.

Rosana, pois é né? Vai ver por isso ela estava uma mãe chateada.

Nana, parente? de quem? só se for de você.

beijos

11:10 PM  
Blogger Ana disse...

É Clau, eu até entendo o caso do médico.. querendo ou não é uma vida..
Agora como pode um advogado defender monstros, tentar livra-los da pena sabendo o que eles fizeram.. cara, eu não teria estomago pra isso nao... :P

5:34 PM  
Blogger Cláudia disse...

Ana, nem eu, não teria mesmo...
bj

7:17 PM  
Blogger Blog do Raupp - F1 disse...

Olha.. só quem tem filho pode imaginar o sentimento dessa mãe.
Nunca imaginei que seria capaz de matar alguém, mas se uma coisa dessas tivesse acontecido com minha filhota, podem ter certeza que quem estaria sendo julgado hoje seria eu... pela morte desses dois monstros.

10:39 AM  
Blogger Cláudia disse...

opa!
agora meus personagens comentam no blog eba!!!!
Também acho, Fausto, nao sei o que seria capaz se fosse com a minha Isabela.
bj

10:52 AM  

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