É o seguinte... tá bem?

Sábado, Novembro 07, 2009

Chegou!!!

Ganhei dos meus pais, de presente de Natal antecipado, um notebook Dell.
Vermelho-cereja, lindo!

Eu nem acredito que tenho PC de novo, com teclado de PC, tela de PC, configurações de windows - já o novo! - enfim, tudo familiar como era antes da minha casa ser invadida pela Apple. Estou, inclusive, escrevendo estas linhas que agora ledes com meu notebook novinho.

É, gente, eu sou mesmo apegada e tradicional feito uma pomada Minâncora.

Tô intrigada

Eu nem vejo a novela, mas eu queria saber o que leva uma nêga a viver enchendo a cara, tendo o Mateus Solano à disposição?

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Insone de Seattle


Neste momento assisto, pela enésima vez, ao filme Sleepless in Seattle - em português, Sintonia de Amor. Adoro o filme, adoro a trilha sonora de músicas antigas, adoro comédias românticas, Tom Hanks e Meg Ryan.

E principalmente, adoro a ideia da existência de sinais que nos indicam que caminho o Destino quer que sigamos, e o filme trata disso, e da vida que até pode ser a perfeita, mas não é a desejada e seguir o coração pode ser a melhor resposta, ainda que por vezes, ela pareça errada, ou se mostre errada depois.

Por fim, assisti pela primeira vez em uma época especial da minha vida, quando morava em Lisboa e me sentia muito feliz. Toda vez que vejo este filme ou escuto sua trilha, me lembro de lá, e isso me faz gostar ainda mais de assisti-lo.

Sem contar a cena ótima da irmã do protagonista Samuel Baldwin sendo sacaneada pelo irmão e pelo marido, ambos descrevendo um filme de pancadaria da mesma forma como ela descreveu a cena crucial de Tarde Demais para Esquecer, emocionada e indo às lágrimas - e não é assim mesmo que os homens fazem com os filmes de que nós mulheres gostamos, ficam debochando da nossa cara?

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Da atualidade do curso de Penélope


O Curso de Penélope foi ministrado neste blog há 4 anos, e até hoje falam dele para mim. Ele nasceu numa tentativa de fazer graça com a imensa dificuldade que uma amiga querida tinha de se deixar ser mimada e paparicada, de agir como mocinha, temendo ser rotulada de fresca, ou oportunista, ou folgada, ou qualquer outra coisa absurda que passava pela cabeça dela com tanta frequencia quanto o secador de cabelos passa pela minha. Aliás, em algumas ocasiões ela não conseguia nem perceber o cavalheirismo e não foram poucas as vezes em que eu praticamente bati nela pra ver se a mocinha que vivia nela acordava - até porque ela ia me arrastar junto na roubada, certo? Do tipo ir junto do mocinho pegar o carro na chuva em vez de esperar embaixo da marquise, pra acabar com a escova no cabelo, feita a duras penas com o secador de cabelos do hotel que não ventava, emitia uma leve brisa morna.

Afinal de contas, se o cabelo dele molha, é curto, seca num instante e ele não levou nem 3 minutos pra arrumá-lo - considerando que passou um pente, em vez de apenas as mãos. Já a gente, dependendo do grau de intensidade da chuva, não apenas o cabelo se desgraça, como a maquiagem fica comprometida, a roupa grudada no corpo, os pés, molhados, e se estiver com uma sandalinha, fim de caso para ela, coitada, rest in peace.

Hoje, a musa inspiradora do curso praticamente se doutorou em penelopês e percebeu que podia continuar sendo excelente profissional, fora de série, inteligente, independente e capaz, e ao mesmo tempo ser Penélope. Que uma coisa não excluía a outra e que aceitar gentilezas masculinas, bater os cílios, enrolar uma mechinha e deixar o mocinho da vez fazer papel de homem que quer agradar em alguns bons momentos da vida não a fariam menos excelente profissional, fora de série, inteligente, independente e capaz.

No fim, acho que o grande sucesso da série de textos penelopianos reside no fato puro e simples de que todas nós temos nossa dose de Penélope, algumas mais outras menos, e que demonstrar isso nem sempre é uma coisa simples, tamanha a cobrança que nós mesmas nos impusemos de sermos sempre perfeitas.

Bateu a curiosidade? Leia aqui, mas de baixo pra cima, começando pelo Como ser Penélope em 7 rápidas lições.

Se não sabe brincar, não desce pro play

Adoro a frase acima e sempre rio muito quando a escuto, o que foi o caso hoje, conversando com uma amiga carioca, que mandou essa no meio do papo em que ela me contava sobre sua vida amorosa - na boa, como nós mulheres falamos nesse assunto não? e como ele rende, ficamos hoooorasssssss! - entremeado com algumas novidades aqui e ali da vida profissional, familia e amigos em comum.

O fato é que existem algumas expressões nessa linha que traduzem exatamente o momento, a situação, ou ilustra bem o papo. Já mencionei aqui que meu pai tem várias delas, todas ótimas - a minha preferida é morrem as vacas para a alegria dos urubus, meio empatada com vai que a coruja erra o toco, e devo dizer que recentemente eu praticamente comprei uma bengala branca para a minha coruja, que a bichinha tava bem cegueta e eu nem notei.

O irmão de uma amiga de faculdade tinha uma versão finérrima para a frase do título deste post, aqui devidamente disfarçada por ser um blog de quase respeito: se não tem c..., não contrate a p... Pois é, e toda vez que ela falava isso eu me acabava de rir, porque era sempre perfeita para a ocasião. E ela dizia que se eu visse e ouvisse o irmão dela falando, acharia ainda melhor, porque na boca dele a frase soava ainda mais categórica e adequada.

Foi o caso da minha amiga. Só no Rio de Janeiro é que parquinho de prédio se chama playground pra valer. Aqui em SP, pode até chamar nos anúncios da construtora, mas a gente fala mesmo é parquinho, descer pro parquinho, brincar no parquinho. Aliás, nem no Rio o povo fala playground e sim seu apelido play.

Carioquíssimo! E por isso, a expressão teve muito mais credibilidade saída da boca dela, tal e qual quando eu imaginava o seu sinônimo sendo dito pelo irmão trash da minha amiga.

A nova vizinha



Não sei se dá pra ver direito a nossa vizinha, empenhadíssima em construir um ninho na bifucação dos galhos da árvore que fica em frente à minha janela, aqui na confecção. Ela vai até a hípica, pega um raminho, vem com ele no bico, coloca no ninho, ajeita e assenta até ficar do jeito que ela deseja, testa o resultado entrando no ninho, sai, dá mais uma arrumadinha e vai de novo pegar um raminho.

Praticamente não fiz nada hoje a não ser ficar tocaiando a passarinha para tirar uma foto dela no ninho, mas não dá pra chegar mais perto porque ou ela voa ou eu despenco da janela e caio no nosso jardim/hortinha do andar de baixo, o que não será nada chique e certamente aniquilará as azaleias e o meu orgulho.

A novidade só pode ser apreciada e fotografada porque um dos meninos que trabalham aqui teve a iniciativa e boa vontade de futricar as persianas de metal que não subiam e consertá-las, de ambas as janelas.

Aí agora eu trabalho usando a luz natural que vem do dia lindo que está fazendo, com vista total para a Hípica.

E para a placa com o nome da empresa, que tá sujíssima, mas ele já se comprometeu a dar um trato nela também!

Blitz! Documento!

Vindo para o trabalho hoje pela manhã, um carro de polícia faz a volta no meio da rua, atrás do meu carro, todo mundo subindo a rua atrás de um micro-ônibus. Sinal fecha, carros param, e os policiais descem, um deles já de arma na mão, e abordam um rapazinho de bermudão, camiseta e boné, uniforme oficial dos garotos da idade dele.

O rapazinho já levanta os braços, encosta no muro para a revista. Acompanho pelo retrovisor: o policial tira a carteira do bolso do menino e entrega a ele para que ele mesmo a abra. Tira depois o que parece ser um celular, e após, um mp3. Ou seja, nada que um moleque da idade dele não carregue por aí.

Morro de pena quando vejo uma cena assim, e fico pensando em quão humilhante deve ser você ser abordado no meio da rua, simplesmente porque está passando por ali, e ser revistado assim, como se bandido fosse. Ou ter de descer do onibus, todo mundo, para revista geral. Ou parar a moto e atrasar a entrega da encomenda, como já aconteceu com motoboys que prestam serviço pra gente. Mesmo meninos aqui da confecção já tomaram um guenta da polícia na rua, que só pararam de acontecer porque eles passaram a ter uniforme inclusive para sair da empresa a trabalho - o que já salvou um deles de um apuro quando, uma vez que ele ia só até ali a pé mesmo, saiu sem a carteira com os documentos. Recebo então uma ligação do celular dele, de um policial perguntando se eu conhecia o Fulano de Talequal, e eu já gelei a espinha achando que o cara tinha sido atropelado e morto.

Nada, ele tinha convencido o policial a ligar pra cá e confirmar que ele era sim nosso funcionário. Foi dispensado com um pito do policial por andar sem documento, que ele podia sofrer um acidente e acabar indo parar no hospital como indigente bla bla bla. Ele tava quase preferindo ser preso a escutar o sermão.

Concordo plenamente que a bandidagem não está nada fácil e que a coisa vem piorando cada vez mais, e que vários rapazinhos que carregam a carteira, o celular e o mp3 carregam carteiras, celulares e mp3s que não eram exatamente deles até a esquina anterior, mas não vou entrar aqui em discussões sociológicas e antropológicas sobre o ocorrido porque não tenho conhecimento suficiente para debate e tampouco vou levantar bandeira do que quer que seja e ficar numa discussão rasa.

Mas que morro de dó eu morro: das pessoas que passam por isso e de viver em um mundo onde isso seja necessário.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

New Kids on the Block!

Como já devem ter notado, eu sou festeira. Adoro festinha entre amigos, e principalmente, adoro quando essas festinhas são na minha casa, o que acontece 90% das vezes. Minha amada filha diz que é porque eu gosto de ser o centro das atenções e ter todo mundo me rodeando (não foi por causa disso que eu a mandei para um colégio interno no Azerbaijão, não). Pode até ser que parte da minha satisfação seja isso mesmo, afinal de contas eu sou leonina, o signo do zodíaco que mais ama ser paparicado, mimado e não vive sem confete, mas não é só isso não.

Eu gosto muito de gente e de histórias de gente. Por mais que nos reunamos em um restaurante, por exemplo, nunca vai ser a mesma coisa que aqui em casa, as histórias que acabam surgindo, os palpites de cada um no relato alheio, as sessões de psicologia, falar mal de quem vai embora cedo... rs Esses encontros regados a pizza acabam sendo aqui por uma questão de espaço físico, e já acbou virando um evento tradicional entre nós.

Recentemente nossa rodinha anda muito inha, não em tamanho, mas em diversidade. Com todo mundo tão ocupado com a vida que leva, tá faltando tempo para fazer novas amizades e traze-las pro pedaço (de pizza) e assim vamos incorporando gente, a ponto da sala ter-se tornado meio apertada pra todo mundo e eu ter que dividir as turmas - numa leva eu chamo uma parte, na outra eu chamo a parte que não chamei antes e assim vamos levando, até eu ter dinheiro e coragem para derrubar uma das paredes da sala para ficar mais espaçosa.

Novidade mesmo, tava escasso.

Eis que de repente duas amigas confirmam suas presenças e me mandam os nomes dos respectivos para colocar na lista de convidados da portaria. Uns nomes diferentes que eu ainda não vi por aqui, uma já há mais tempo com o cara do que a outra, mas ambos new enter na nossa turminha. O que sempre movimenta a energia, não?

Fora a curiosidade de ver as caras dos moços. Mas não se preocupem, meninas, que eu já ensaiei meu ar blazè de quem nem notou, e que, se notou, tem fleuma suficiente para agir como uma Lady.

No dia seguinte, bora todas almoçar para falarmos por umas 3 horas sobre o assunto!

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Morcegando

Eu, quando vou adormecer, sou bem friorenta. Nesta noite, por exemplo, que nem está assim tão fria, para adormecer foram necessários: uma camisola de mangas compridas, meias nos pés, lençol e um cobertor tipo termocel.

Depois que adormeço, o frio começa a ir embora e eu começo a desmontar: começo tirando a meia, ainda adormecida; depois coloco os pés pra fora das cobertas - esfriando os pés, esfria-se o resto; se ainda assim estiver calor, tiro o cobertor e, por fim, me descubro.

Claro que, passado o calor de toda a produção do primeiro parágrafo depois do processo de descasque do segundo. volto a sentir frio e fico catando as cobertas de volta. Às vezes acerto de prima e pego somente o necessário, às vezes não. E recomeça tudo de novo.

Ou então perco o sono, como acontece agora em que escrevo este post. Aí eu acho melhor ligar a TV, achar algum programa legal, e ficar vendo até adormecer de novo.

Como tudo na vida tem seu lado bom, neste momento, cinco da matina, enquanto escrevo essas sonolentas linhas, estou assistindo A Ilha da Fantasia, no TCM.

Que delícia!!!

Sábado, Outubro 31, 2009

Parabéns para todas nós!

Porque toda mulher carrega dentro de si uma bruxa, ora má, ora boa, e tem o poder de enfeitiçar, para o bem ou para o mal.

Feliz Dia das Bruxas!

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Coisinha pouca, bobaginha

A nova namorada do jogador Adriano - o Imperador, mais conhecido na rodinha como camarão e a mulherada já entendeu o motivo - disse que só quer uma coisa dele: fidelidade.

Mais ou menos como você namorar um ajudante de pedreiro e dizer que só quer dele um solitário de ouro branco e diamante quadrado da Tiffany's.

Não passe 2010 sozinho...



Adote um Gatinho!

Lá, como cá...

Non sapevo che le FORD fossero macchine da VIP. Berlusconi va a ESCORT, Mazzazzo a TRANSit, e tutti e due fanno...... FIESTA!!!!
(não sabia que a Ford era carro de VIP. Berlusconi anda de ESCORT, Mazzazzo de TRANSit e todos os dois fazem... FIESTA!)

Piadinha italiana referente às amiguinhas de Berlusconi e ao escândalo com o video com quatro transexuais que causou a renúncia de Mazzazzo, presidente da província do Lazio, onde fica Roma.

Votação

Meninas

minha irmã está com uma dúvida cruel e precisa muitíssimo da nossa preciosa ajuda para esclarecê-la:

Mateus Solano: JMC! ou titifoi?

Bazar de Natal dos cachorrinhos



Se tem uma coisa que me sensibiliza é gente que se dedica a auxiliar o próximo, seja esse próximo criança, adolescente ou velhinho, humano, canino ou felino. O que me toca é ver que alguém se dispoõe a gastar seu tempo e energia cuidando de outrem, sem ganhar nada em troca com isso a não ser satisfação pessoal e a alegria de ver outro ser vivo assistido e bem cuidado.

É o tipo de gesto que não tem preço, e que não deveria nunca ser quantificado. Não importa se quem faz faz pouco, muito ou mais ou menos. Importa é que faz. Porque um monte de pouco ajuda a minimizar a carga de quem faz muito e é sempre muito mais do que nada.

Eu não sou do tipo que arregaça as mangas e faz, então tento ajudar divulgando ou fazendo doações. Toda vez que vou na Cobasi comprar ração e areia pra Cindy Quebra-Barraco, veja o pessoal lá com os cachorros e gatinhos para adoção e procuro saber do que estão precisando no momento, para comprar exatamente o que pedem. No que gastar R$ 20,00 num saco de ração pode me deixar mais pobre, ou economizar pode me deixar mais rica? Mas saber que alguns filhotinhos não passarão fome por causa do meu saco de ração me faz feliz.

A mesma coisa em relação a humanos: não me mobilizo, mas gosto de ajudar a quem se mobiliza. Aqui na confecção sempre temos peças para doar, quando a sede da IC era em frente a uma árvore enorme, em cujos galhos morava um homem, fizemos um enxoval para ele: calças, camisetas, casacos. Compro tecidos para o pessoal da igreja que meus pais frequentam fazer roupinhas infantis para doação.

O que me deixa muito brava é quando alguém critica o trabalho alheio, em especial quando é destinado a animais, com o discurso batido e absurdo de tem tanta criança precisando... Pra começar, a disponibilidade de quem cuida de criança é diferente da de quem cuida de bichos, e até legalmente a coisa não é igual. Segundo que bicho também precisa de cuidados e carinhos. Terceiro que quem abre a boca pra dizer esse tipo de barbaridade normalmente não faz coisa alguma nem por bicho nem por gente, porque quem faz o que quer que seja pra ajudar um ser vivo entende muito bem que são coisas incomparáveis, não-excludentes (você pode ajudar um abrigo de cachorros e um asilo de velhinhos, por que não?) e ambas louváveis.

Tudo isso pra dizer que a Cris, da minha classe de italiano, faz uns arranjos de Natal lindos e é apaixonada por cachorros - tem 3 dentro do apartamento, dois deles viralatex recolhidos da rua, e ainda cuida do bem-estar de um cachorro que mora na rua dela em meio a todas as atividades que ela tem. Aí ela resolveu juntar as duas paixões e doou uns enfeites de Natal lindos para o stand de um bazar, cuja renda irá para um abrigo que cuida de 105 cachorros.

Então, você que gosta de cachorros, gosta de ajudar alguém e de quebra quer comprar uns enfeites bacanas e presentinhos de Natal, aproveite o feriadão e vá ao bazar de Natal da Igreja Batista do Morumbi.

O stand em prol dos cachorrinhos é o 27.

Muito obrigada!!!!


Igreja Batista do Morumbi
Rua Carvalho de Freitas, 1076 - próximo ao Shopping Jardim Sul